Compartilhar localização sem instalar nada

Um link no navegador do celular, nada para baixar

Quem você aciona não baixa nada nem cria conta. O link abre no navegador do celular e compartilha um ponto com a margem de precisão.

  • Abre no Safari, no Chrome ou em qualquer navegador móvel
  • Sem instalação, sem login e sem passar pela loja de aplicativos
  • Funciona igual no iOS e no Android
  • Um aviso de permissão, um toque e pronto

O link abre no navegador que a pessoa já tem. Nada é baixado e nenhuma conta é criada, porque qualquer navegador móvel atual já sabe pedir a localização ao aparelho e compartilhar a resposta. O PingLocate só dá a essa capacidade integrada um lugar para onde enviar o resultado.

O que o navegador já faz

A página por trás do link não lê a localização sozinha. Ela pede ao navegador, o navegador pede ao aparelho, e o aparelho informa o que consegue calcular. Um celular com boa visada do céu costuma devolver uma posição por satélite. Em ambientes fechados, o mais comum é uma estimativa a partir das redes Wi-Fi e das torres por perto. De um jeito ou de outro, o navegador devolve uma posição e uma margem.

O que importa é quem controla a resposta. A permissão pertence à pessoa que segura o celular. A página não consegue concedê-la a si mesma, e o PingLocate não consegue concedê-la em nome dela.

O aviso que a pessoa vai ver

No iPhone, o aviso aparece pelo Safari e oferece permitir que o site use a localização atual uma vez ou durante a visita, ou recusar. No Android, ele aparece pelo navegador padrão, com um permitir ou bloquear mais simples. O texto muda entre versões; a escolha, não.

Podem acontecer três coisas e só uma dá resultado. A pessoa permite e um único ponto é enviado. Ela recusa e a página avisa que a localização não foi compartilhada. Ela ignora o aviso ou fecha a página, e o pedido segue sem resposta. Do seu lado, os dois últimos casos ficam iguais.

Um exemplo prático: o encontro na rodoviária

Seu pai chega a uma rodoviária grande e não sabe descrever em qual saída está. Ele não quer mais um aplicativo no celular, então você envia um ping.

Chega um SMS, ele toca no link, o Safari pergunta se o site pode usar a localização dele e ele toca em permitir. Aparece um ponto na outra ponta do saguão com uma margem de dezenas de metros, e você vai até ele.

Se ele tivesse tocado no botão errado, nada teria sido compartilhado, e o celular dele teria avisado isso.

Quando algo bloqueia

  • Ela recusou o aviso. Nada é compartilhado, e não há como anular, nem do seu lado nem do nosso.
  • Ela ignorou o aviso. Em alguns celulares ele desaparece quando a página é fechada. Avisar que um aviso vai aparecer, antes de enviar, ajuda.
  • Ela abriu dentro de outro aplicativo. Um link tocado em um aplicativo de mensagens às vezes abre no visualizador do próprio aplicativo, onde o aviso de localização pode não aparecer. Abrir o link no navegador costuma resolver.
  • Os serviços de localização do celular estão desligados. A permissão pode ser aceita mesmo com o ajuste de localização do aparelho desligado, e então a leitura cai para uma estimativa de rede em nível de cidade.
  • O celular está sem conexão. A página não abre sem dados, então nada é compartilhado até a conexão voltar.

Por que não fica nada rodando depois

Como nada foi instalado, não sobra nada para trás. Quando a pessoa fecha a página, nada continua informando e não há acesso em segundo plano para desligar depois. Um sistema que não roda em segundo plano não consegue seguir ninguém, e esse é o equilíbrio que o PingLocate escolhe de propósito.

Qual ferramenta encaixa em cada caso

Para uma pergunta pontual sobre onde alguém está agora, um link exige menos da pessoa do que uma instalação. Para um acordo permanente, um aplicativo com permissão contínua é a resposta honesta, e outro produto.

O localizador do próprio celular cobre um terceiro caso, já que localiza um aparelho vinculado à sua conta e não precisa da colaboração de ninguém. Para ver o fluxo do link de ponta a ponta, leia compartilhar uma localização por link.

Perguntas sobre este recurso

O que exatamente a outra pessoa abre?

Uma página web no navegador que ela já tem no celular: Safari no iOS, Chrome ou o navegador padrão no Android. A página pede permissão para usar a localização, envia um ponto com a margem de precisão e não deixa nada instalado para atualizar ou remover depois.

E se o navegador dela bloquear a localização?

Se ela recusar a permissão, nenhuma localização é compartilhada, e nada volta. Não dá para anular uma permissão recusada, e nós não tentaríamos.

Ela precisa estar com o GPS ligado?

A precisão melhora com o GPS ligado. Sem ele, o aparelho cai para uma estimativa de rede, e a margem que volta é ampla, em escala de cidade, em vez de um ponto a que você possa ir.

Como é, na prática, o aviso de localização?

É o aviso do próprio navegador, não o nosso. Ele pergunta se o site pode usar a localização e nunca quem está pedindo. No Safari, dá para permitir uma vez, permitir durante a visita ou recusar; no Android, o navegador oferece permitir ou bloquear. Nada no aviso identifica quem enviou o pedido, e nada é compartilhado até a pessoa escolher uma dessas opções.

E se abrirem o link dentro de um aplicativo de mensagens?

Peça para abrirem no navegador do celular. Alguns visualizadores embutidos em aplicativos não conseguem pedir a localização, então uma página aberta ali não produz nada até ser aberta em um navegador completo. O link não expira sozinho, então o mesmo link continua funcionando quando abrirem de novo.

Fica algo rodando depois que a pessoa compartilha?

Não. Nada é instalado, então não sobra nenhum processo rodando para conferir ou desligar depois. Um segundo ponto exigiria um segundo pedido e um segundo toque, porque o primeiro resultado nunca se atualiza sozinho.

E se a localização estiver desligada no celular dela?

É um ajuste diferente da permissão do navegador, e ele define o quão precisa é a leitura. Com a localização desligada, o pedido ainda pode ser aceito, mas a resposta vem de estimativas por Wi-Fi e torres de celular, então costuma ser uma estimativa em nível de cidade e, às vezes, não há resultado nenhum. A solução é ligar a localização e tocar no link de novo, e só a pessoa pode fazer isso.

SALVE ESTA FONTE

Tenha o PingLocate por perto

O Google permite marcar as fontes que você prefere. Isso não muda o ranking, e nenhum site pode pagar por isso. Você pode mudar ou remover a escolha nas suas preferências do Google quando quiser.